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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Atividade Ensino Fundamental II. O menino que queria voar - Revista urbana

 O menino que queria voar

1.° Era uma vez um menino chamado Zé, que queria aprender a voar como os pássaros e subiu na torre da igreja, prédio mais alto de sua pequena cidade, para dali saltar... 

2.° Mas como as asas eram grandes demais e não passaram pela torre da igreja, ele procurou a casa mais alta da cidade e lá do telhado pulou em seu primeiro voo.

 3.° Como o peso das asas eram demais para o menino, ele acabou caindo no chão. Sorte dele que naquele tempo as ruas não eram calçadas, tinham apenas a areia branca das dunas. 

4.° Quando o menino chegou ao chão, quebrou perna, braço e machucou a cabeça, e não conseguiu mais voar... Mas não desistiu de sonhar... 

5.° Daquele dia em diante, o menino começou a pintar as ruas, as casas e as paisagens de sua pequena cidade, num outro voo rumo à imaginação... 

6.° Um dia, já bem velhinho, enfim, realizou o seu sonho e voou lá para as nuvens do céu e de lá continuou a pintar a sua pequena cidade, com o pincel e a ponta dos dedos, como sempre fez... 

7.° Essa história não tem fim... O sonho de voar continuará no filho e no neto do menino que um dia quis imitar os pássaros, mas que deixou para quem o conheceu, de presente, o seu pincel e o seu par de asas voadoras...

 (Revista urbana)


1. O voo do menino não deu certo porque: 

a) a torre da igreja era estreita demais para as asas. 

b) as asas eram pesadas demais para ele. 

c) ele era grande para o tamanho das asas. 

d) ele não é um pássaro para conseguir voar. 

e) a casa de onde ele pulou era baixa demais. 


2.  Assinale a expressão que NÃO indica tempo. 

a) Um dia, já bem velhinho, enfim, realizou 

b) Daquele dia em diante, o menino 

c) Era uma vez um menino chamado Zé 

d) Naquele tempo as ruas não eram calçadas 

e) Pulou em seu primeiro voo. 


3. “Um dia, já bem velhinho, enfim, realizou o seu sonho...” A expressão enfim significa: 

a) afinal. 

b) portanto. 

c) logo. 

d) então. 

e) daí. 


4. Assinale a expressão que NÃO funciona como expressão de lugar.

a) As ruas não eram calçadas 

b) Subiu na torre da igreja 

c) Para dali saltar... 

d) Não passaram pela torre da igreja 

e) E lá do telhado pulou 


5. “Daquele dia em diante, o menino começou a pintar as ruas, as casas...” A expressão verbal “começou a pintar” indica que a ação: 

a) teve início naquele momento. 

b) acabou de ser concluída. 

c) começará a ser realizada. 

d) não será realizada nunca. 

e) talvez seja realizada. 


6. Assinale a expressão que NÃO é preposição. 

a) O menino começou a pintar 

b) Eram demais para o menino 

c) Um dia, já bem velhinho 

d) Par de asas voadoras 

e) Pulou em seu primeiro voo 


7.  Assinale a palavra que apresenta erro de ortografia. 

a) Menininho 

b) Nuvensinha 

c) Cidadezinha 

d) Historinha 

e) Casinha 


8. O diminutivo plural da palavra pincel é: 

a) pincelzinhos. 

b) pincelezinhos. 

c) pincelinhos. 

d) pinceizinhos. 

e) pincelezinhos. 


9. Assinale a palavra que NÃO apresenta erro de acentuação. 

a) Céleste 

b) Gratuíto 

c) Econômia 

d) Substântivo 

e) Histórico 


10. Assinale a expressão que NÃO representa um verbo. 

a) Essa história não tem fim. 

b) Ele procurou a casa mais alta. 

c) Realizou o seu sonho. 

d) Voou lá para as nuvens do céu. 

e) Outro voo rumo à imaginação.


quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Atividade Ensino Fundamental II. Quadrinhos para Interpretação - Hagar

 



1. De acordo com o texto, Hagar:

a) é um ótimo leitor

b) não se preocupa por não saber ler. 

c) sabe exatamente onde está. 

d) entra no lugar adequado para pedir uma bebida. 

e) considera a leitura essencial.


2. O humor da tira consiste: 

a) no fato de Hagar observar a mania de leitura das outras pessoas. 

b) em Hagar pensar que o fato de não saber ler não é um problema, mas pedir uma cerveja em uma lavanderia, justamente por não saber ler o nome do estabelecimento. 

c) no fato de Hagar estar acompanhado de um sujeito que não emite nenhuma palavra durante todo o trajeto deles dentro da lavanderia. 

d) no fato do dono da lavanderia mandar Hagar embora porque ele não tinha roupas para lavar. 

e) no fato de Hagar se sentir muito bem por não saber ler. 


3. A palavra “taberneiro” deriva de: 

a) baderna. 

b) esbórnia. 

c) paterna. 

d) taberna. 

e) moderna. 


4. A terminação destacada na palavra “taberneiro” agrega à expressão o sentido de:

a) origem. 

b) lugar. 

c) diminutivo. 

d) aumentativo. 

e) ocupação, profissão. 


5. Todos os termos apresentados nas alternativas a seguir indicam ação, EXCETO:

a) “menu”. 

b) “ler”. 

c) “vou”. 

d) “dê”. 

e) “dizer”. 


6. Pelo contexto da tirinha, infere-se que a palavra “taberna” refere-se a um lugar:

a) onde as pessoas vão para lavar suas roupas. 

b) onde as pessoas vão para praticar a leitura. 

c) onde as pessoas vão para beber. 

d) onde as pessoas vão para praticar exercícios. 

e) onde as pessoas vão para estudar. 


7. A palavra “lavanderia” é:

a) polissílaba. 

b) dissílaba. 

c) trissílaba. 

d) monossílaba. 

e) sem sílabas


8 Quanto à divisão silábica, assinale a alternativa correta: 

a) Le-i-tu-ra. 

b) Ma-nia. 

c) Ta-be-rne-iro. 

d) Cer-ve-ja. 

e) La-va-nde-ria. 


9. Assinale a alternativa correta quanto à grafia dos pares: 

a) Demais – demaziado. 

b) Lavanderia – lavajem. 

c) Preciso – precizão. 

d) Vantajem – vantajoso. 

e) Limpo – limpeza. 


10. Na tirinha, a expressão “menu” significa:

a) revista. 

b) cardápio. 

c) jornal. 

d) gibi. 

e) agenda. 

sábado, 4 de dezembro de 2021

Textos Diversos para Interpretação - Fundamental II

Leia o texto a seguir:


Quem não se vacina não coloca apenas a própria saúde em risco, mas também a de seus familiares e outras pessoas com quem tem contato, além de contribuir para aumentar a circulação de doenças. 
Tomar vacinas é a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e de suas complicações, que podem até levar à morte. 
A maioria das doenças que podem ser prevenidas por vacina são transmitidas pelo contato com objetos contaminados ou quando o doente espirra, tosse ou fala, pois ele expele pequenas gotículas que contém os agentes infecciosos. Assim, se um indivíduo é infectado, pode transmitir a doença para outros que também não foram imunizados. 

Graças à vacinação, houve uma queda drástica na incidência de doenças que costumavam matar milhares de pessoas todos os anos até a metade do século passado - como coqueluche, sarampo, poliomielite e rubéola. Mas, mesmo estando sob controle hoje em dia, elas podem rapidamente voltar a se tornar uma epidemia caso as pessoas parem de se vacinar.


1. Qual é o tema central trabalhado no texto?

a) Desigualdade social.

b) Violência doméstica.

c) Vacinação.

d) Doenças.



Leia os textos:


TEXTO I

Minha mãe sempre diz: Não há dor que dure para sempre!
Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!
E apesar de saber de tudo isso. Por que algumas dores duram tanto?
Por que alguns sentimentos (diga-se de passagem os mais ridículos) demoram tanto a passar?
Por que olhar pra ele reaviva esperanças perdidas e suscitas lágrimas quentes até então contidas?
Por que o cérebro ainda não inculcou no coração que esquecer faz bem a saúde?
Por que tudo não pode ser como um bonito filme francês?

(Chico Buarque)



TEXTO II


Ama-me. Ainda é tempo. Interroga-me.
E eu te direi que nosso tempo é agora.
Esplêndida de avidez, vasta ternura
Porque é mais vasto o sonho que elabora
Há tanto tempo sua própria tessitura. (tessitura) - entrelaçar
Ama-me. Embora eu te pareça
Demasiado intensa. E de aspereza.
É transitória se tu me repensas.

(Hilda Hilst)


2. O tema em comum que existe entre os textos é sobre:

a) a vida

b) o amor

c) o tempo

d) a tristeza



Leia o texto:

Crise hídrica e colapso de abastecimento modifica rotina da população no Brejo da Paraíba

Por conta da falta de chuvas no Brejo paraibano, a barragem Canafístula II, em Borborema, que abastece municípios da região como Solânea e Bananeiras, entrou em colapso e não tem mais capacidade para abastecer a região com água nas torneiras. Segundo a Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Bananeiras, Solânea, Cacimba de Dentro, Araruna, Riachão, Damião, Tacima e Dona Inês estão sem fornecimento de água pelas torneiras por tempo indeterminado.

Com o colapso no abastecimento na região, diversos problemas foram acarretados por conta da falta d’água. Moradores de Solânea e Bananeiras, as cidades mais afetadas com o colapso, precisam se deslocar de suas casas para conseguir água ou até mesmo recorrer à compra d’água por meio de vendedores em carros pipa.


3. No trechoPor conta da falta de chuvas no Brejo paraibano, a barragem Canafístula II, em Borborema,[...], entrou em colapso e não tem mais capacidade para abastecer a região com água nas torneiras.” Identifica-se claramente, em relação à problemática apresentada, uma relação de:

a) causa e conclusão.

b) causa e consequência. 

c) consequência e causa.

d) causa e finalidade.



Leia o texto:


Reeducação alimentar

Muitas pessoas acreditam que a busca pelo peso ideal está relacionada a padrões estéticos. Mas, ao contrário disso, ela deve acontecer visando um corpo mais saudável, a prevenção de doenças e mais qualidade de vida.

Alimentar-se de forma incorreta pode trazer efeitos nocivos que vão além do acúmulo de gordura. Por isso, é importante que você conheça todos os detalhes que envolvem a chamada reeducação alimentar.

Dessa forma, o emagrecimento é apenas um dos pilares da reeducação alimentar. É por isso que ela promove mais benefícios do que dietas da moda, já que também pode ajudar a problemas relacionados à saúde, como diabetes e hipertensão.

O mais importante nesse processo é não pensar na reeducação alimentar como vilã ou uma
espécie de castigo. Você deve encará-la como um método que garantirá uma vida mais saudável e rotina com mais disposição e tranquilidade.


4. De acordo com o texto, a reeducação alimentar é necessária porque:

a) previne doenças e oferece qualidade de vida.

b) ajuda na concentração.

c) contribui para a saúde mental.

d) ela castiga e educa as pessoas.



terça-feira, 30 de novembro de 2021

Atividade Ensino Médio. O papel e a tinta - Adaptado de Leonardo da Vinci

 O papel e a tinta 



Certo dia, uma folha de papel que estava em cima de uma    mesa, junto com outras folhas exatamente iguais a ela, viu-se  coberta de sinais. Uma pena, molhada de tinta preta, havia  escrito uma porção de palavras em toda folha.

− Por que você não me poupou essa humilhação? – disse, furiosa, a folha de papel para a tinta. 

− Espere! Respondeu a tinta. – Eu não estraguei você. Eu cobri você de palavras. Agora você não é mais apenas uma folha de papel, mas sim uma mensagem. Você é a guardiã do pensamento humano. Você se transformou num documento precioso! 

 E, realmente, pouco depois, alguém foi arrumar a mesa e apanhou as folhas de papel para jogá-las na lareira. Mas subitamente reparou na folha escrita com tinta, e então jogou fora todas as outras, guardando apenas a que continha uma mensagem escrita.

 (Adaptado de Leonardo da Vinci. Fábulas e lendas)


1. De acordo com o texto, julgue as assertivas a seguir: 

a) A folha de papel e a tinta têm a mesma opinião em relação à escrita. 

b) A palavra escrita, para a tinta, expressa o pensamento do homem. 

c) A pena molhada de tinta valoriza a folha de papel. 

d) A escrita é a única forma de transmitir o pensamento. 

e) A escrita transforma a folha de papel em mensagem. 


2. Considerando o diálogo entre a folha de papel e a tinta, julgue as assertivas a seguir: 

a) A folha de papel reclamou do comportamento da tinta. 

b) A folha de papel compreendeu a atitude da tinta. 

c) A tinta aceitou a reclamação da folha de papel. 

d) A tinta ficou indiferente às reclamações da folha de papel. 

e) A tinta apelou para a compreensão da folha de papel. 


3. Considerando o sentimento da folha de papel na frase “ – Por que você não me poupou essa humilhação? [...].” (linha 4), julgue as assertivas a seguir: 

a) Sentimento de intolerância.

b). Sentimento de indignação.

c) Sentimento de aceitação. 

d) Sentimento de indiferença. 

e) Sentimento de resignação. 


4. Considerando o uso do pronome você na frase “Agora você não é mais apenas uma folha de papel, mas sim uma mensagem.” (linhas 5-6), julgue as assertivas a seguir:

a) Refere-se à expressão “folha de papel ”. 

b) Refere-se à palavra “mensagem”. 

c) Refere-se ao termo “palavra”. 

d) Refere-se à palavra “pena”. 

e). Refere-se à expressão “tinta preta”.  


5. Leia a frase: “Você é a guardiã do pensamento humano.” (linha 6). Considerando a substituição da palavra “guardiã” por um sinônimo, julgue as assertivas a seguir: 

a)  Você é a ameaçadora do pensamento humano. 

b) Você é a protetora do pensamento humano. 

c) Você é a definidora do pensamento humano. 

d) Você é a zeladora do pensamento humano. 

e) Você é a inibidora do pensamento humano. 


6. Considerando o uso do travessão no segundo e no terceiro parágrafos do texto, julgue as assertivas a seguir: 

a) Introduz uma ordem. 

b) Introduz uma pergunta. 

c) Introduz uma declaração. 

d) Introduz a fala dos personagens. 

V. Introduz a fala do autor. 


7. Na frase “Mas subitamente reparou na folha escrita com tinta, [...]” (linha 9), considerando o sentido da palavra destacada, julgue as assertivas a seguir: 

a) com atenção. 

b). sem jeito. 

c) de repente. 

d) sem interesse. 

e) de imediato. 


 8. Na frase “– Espere! Respondeu a tinta” (linha 5) , a forma verbal destacada refere-se à fala de um personagem do texto. Considerando o sentido dessa forma, julgue as assertivas a seguir: 

a) Expressa um pedido. 

b) Expressa uma indefinição. 

c) Expressa uma certeza. 

d) Expressa uma dúvida. 

e) Expressa um apelo. 


9. Na frase “Certo dia, uma folha de papel que estava em cima de uma mesa [..] viu-se coberta de sinais.” (linhas 1-2), a locução destacada expressa circunstância de lugar. Considerando essa circunstância, julgue as expressões destacadas nas assertivas a seguir: 

a) “[...] havia escrito uma porção de palavras em toda folha” (linhas 2-3) 

b) “Eu cobri você de palavras.” (linha 5) 

c) “ E, realmente, pouco depois alguém foi arrumar a mesa, [...]” (linha 8) 

d) “[...] e apanhou as folhas para jogá-las na lareira. (linhas 8 - 9 ) 

e) “Mas subitamente reparou a folha escrita com tinta,” (linha 9) 


10. Leia a frase: “E, realmente, pouco depois, alguém foi arrumar a mesa [...]” (linha 8). Considerando a substituição do termo alguém pelo pronome nós, mantendo o mesmo tempo verbal, julgue as assertivas a seguir: 

a) “E, pouco depois, nós iremos arrumar a mesa [...]” 

b) “E, pouco depois, nós fomos arrumar a mesa [...]” 

c) “E, pouco depois, nós iríamos arrumar a mesa [...]” 

d) “E, pouco depois, nós fôramos arrumar a mesa [...]” 

e) “E, pouco depois, nós fôssemos arrumar a mesa [...]”

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Atividade Ensino Fundamental II. O Conto da Mentira - Rogério Augusto

 O Conto da Mentira



Todo dia Felipe inventava uma mentira. “Mãe, a vovó tá no telefone!”. A mãe largava a louça na pia e corria até a sala. Encontrava o telefone mudo. 

O garoto havia inventado morte do cachorro, nota dez em matemática, gol de cabeça em campeonato de rua. A mãe tentava assustá-lo: “Seu nariz vai ficar igual ao do Pinóquio!”. Felipe ria na cara dela: “Quem tá mentindo é você! Não existe ninguém de madeira!”. 

O pai de Felipe também conversava com ele: “Um dia você contará uma verdade e ninguém acreditará!”. Felipe ficava pensativo. Mas no dia seguinte...

Então aconteceu o que seu pai alertara. Felipe assistia a um programa na TV. A apresentadora ligou para o número do telefone da casa dele. Felipe tinha sido sorteado. O prêmio era uma bicicleta: “É verdade, mãe! A moça quer falar com você no telefone pra combinar a entrega da bicicleta. É verdade!” 

A mãe de Felipe fingiu não ouvir. Continuou preparando o jantar em silêncio. Resultado: Felipe deixou de ganhar o prêmio. Então ele começou a reduzir suas mentiras. Até que um dia deixou de contá-las. Bem, Felipe cresceu e tornou-se um escritor. Voltou a criar histórias. Agora sem culpa e sem medo. No momento está escrevendo um conto. É a história de um menino que deixa de ganhar uma bicicleta porque mentia... 

(Rogério Augusto)


1. De acordo com o texto Felipe era um menino: 

a) Estudioso 

b) Educado 

c) Mentiroso 

d) Tímido 

e) Sonhador 


2. O que a mãe de Felipe dizia para tentar assustá-lo? 

a) Que ficaria de castigo. 

b) Que seu nariz iria crescer e ficar igual ao do Pinóquio. 

c) Que seu cachorro tinha morrido. 

d) Que não participaria do sorteio da TV. 

e) Que não participaria do campeonato de futebol.


3. Qual foi o prêmio que Felipe deixou de ganhar? 

a) Uma televisão. 

b) Um vídeo game. 

c) Uma bola de futebol. 

d) Um cachorro. 

e) Uma bicicleta. 


4. Qual foi a reação da mãe de Felipe quando a apresentadora de TV ligou para a casa dele? 

a) Ficou feliz, pois o filho acabara de ser sorteado. 

b) Disse que não deveria ter dado o número de telefone de casa para apresentadora. 

c) Ligou para o pai de Felipe para contar a novidade. 

d) Fingiu não ouvir e continuou preparando o jantar. 

e) Foi logo perguntado quando seria a entrega do prêmio. 


5. No final do texto o que aconteceu com Felipe? 

a) Tornou-se um escritor e voltou a criar histórias. 

b) Tornou-se um professor de futebol. 

c) Tornou-se apresentador de TV. 

d) Abriu uma livraria. 

e) Abriu loja de bicicleta.

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Atividade Ensino Médio. Meninos e meninas - Clarice Reichstul

Meninos e Meninas

1 Meninos, vamos brincar de casinha? Vamos brincar de lavar e

2 passar roupa, de comidinha, de dono de casa e de papai e  filhinhos? É que 

3 vocês não sabem, mas, no futuro, quando  forem grandes, esse 

4 conhecimento em forma de brincadeira vai ser útil. 

5 Sabe, hoje em dia, homens e mulheres do nosso país sofrem de um 

6 mal horroroso, de uma doença de alma triste: acham que ser mulher é 

7 menos do que ser homem. Eles nem percebem, mas, quando dizem que 

8 brincar de casinha é coisa de menina, acabam esquecendo que meninos 

9 também cuidarão de uma casa no futuro. 

10 Os meninos vão brincar de carrinho, como se fossem os únicos a se 

11 tornar motoristas no futuro. Meninos serão astronautas, engenheiros, 

12 médicos. E as meninas? Elas serão muitas coisas também. Mas o que se 

13 espera é que elas sejam boas donas de casa. O treino começa nas 

14 brincadeiras. 

15 Meninas, que tal brincar de política? Vamos brincar de virar 

16 parlamentar, escrever leis, discursar, ser presidenta e prefeita? É que vocês 

17 não sabem, mas, no futuro, quando forem grandes, esse conhecimento em 

18 forma de brincadeira vai ser útil. 

19 Os adultos de hoje estão doentes, e infelizmente não sei se irão 

20 sarar nesta geração. Cabe a vocês virar a mesa, subverter as regras 

21 estabelecidas por nós, adultos infectados com o vírus da falta de coração.

(Clarice Reichstul)


1. A autora dirige-se, sobretudo, aos: 

a) adultos de alma triste. 

b) pais e seus filhos meninos. 

c) meninos e meninas brasileiros. 

d) homens e mulheres do nosso país. 


2. Para Clarice Reichstul, no Brasil, as pessoas “sofrem de um mal horroroso” (linhas 5 e 6). Ela se refere ao fato de: 

a) não existirem parlamentares mulheres. 

b) não haver vagas para engenheiras e médicas. 

c) se considerar a mulher como inferior ao homem. 

d) as mulheres serem superiores aos homens nos cuidados do lar. 


3. A autora acredita que os(as):

a) brincadeiras na infância são inúteis para a escolha da futura profissão. 

b) meninas que brincam com carrinhos não podem ser boas donas de casa. 

c) papéis que homens e mulheres vão desempenhar começam a ser definidos nas brincadeiras infantis.

d) meninos não devem brincar de casinha: no futuro, mulheres se ocuparão dos cuidados com o lar.


4. No enunciado “Os adultos de hoje estão doentes, e infelizmente não sei se irão sarar nesta geração” (linhas 19-20), Clarice Reichstul manifesta:

a) otimismo. 

b) confiança. 

c) descrença. 

d) segurança. 


5. Quanto às relações de sentido, não é correto afirmar que: 

a) “grandes” significa “altos” em “quando forem grandes” (linha 3). 

b) “subverter” significa “modificar” em “subverter as regras” (linha 20). 

c) “conhecimento” é sinônimo de “saber” em “esse conhecimento” (linha 17). 

d) “infectados” é sinônimo de “contaminados” em “adultos infectados” (linha 21). 


6. Há palavras usadas em sentido conotativo em: 

a) “escrever leis” (linha 16). 

b) “Cabe a vocês virar a mesa” (linha 20). 

c) “cuidarão de uma casa no futuro” (linha 9). 

d) “homens e mulheres do nosso país” (linha 5). 


7. Em “Meninas, que tal brincar de política?” (linha 15), o termo destacado é: 

a) sujeito. 

b) aposto. 

c) vocativo. 

d) objeto direto. 


8. Em “de uma doença de alma triste:” (linha 6), os dois-pontos servem para: 

a) anunciar uma citação. 

b) realçar uma expressão. 

c) introduzir uma explicação. 

d) anunciar uma enumeração. 


9. Leia: “Elas deveriam ser muitas coisas também. Mas o que se esperava é que elas...” O trecho que completaria corretamente o enunciado é:

a) seriam boas donas de casa. 

b) fossem boas donas de casa. 

c) tivessem sido boas donas de casa. 

d) venham a ser boas donas de casa.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Atividade Ensino Fundamental II. Anúncio Publicitário para Interpretação

 

1. O texto acima é uma publicidade porque: 

a) conta uma história. 

b) dá uma explicação. 

c) anuncia um produto. 

d) ensina a fazer um bombom. 


2. Uma pessoa de mau humor é uma pessoa que está: 

a) irritada. 

b) tranqüila. 

c) sossegada. 

d) despreocupada. 


3. O texto sugere que para ficar de bom humor é preciso: 

a) esquecer a raiva. 

b) comer chocolate. 

c) brigar com o namorado. 

d) resistir à vontade de comer chocolate. 


4. A única palavra no feminino é: 

a) raiva. 

b) humor. 

c) chocolate. 

d) namorado. 

Atividade Ensino Fundamental II. Texto - A incapacidade de ser verdadeiro

A incapacidade de ser verdadeiro 

Paulo tinha fama de mentiroso. 

Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões da independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. 

A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa, como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias. 

Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça: 

– Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia. 

(Carlos Drummond de Andrade)


1 Paulo contava histórias mirabolantes a todo momento porque: 

a) Estava com algum transtorno mental. 

b) Tinha uma notável capacidade criativa. 

c) Era, de fato, um mentiroso compulsivo. 

d) Queria irritar a mãe. 

e) Gostava de ver a reação das pessoas quando contava histórias absurdas. 


2. “Este menino é mesmo um caso de poesia.” O médico sugere que Paulo: 

a) Era brincalhão. 

b) Estava seriamente doente. 

c) Era mesmo um mentiroso. 

d) Tinha vocação para ser escritor. 

e) Era um caso perdido. 


3. “[...] ele veio contando que caíra no pátio da escola em um pedaço de lua.” O verbo grifado está no tempo: 

a) Pretérito mais-que-perfeito do indicativo. 

b) Pretérito imperfeito do subjuntivo. 

c) Futuro do pretérito do indicativo. 

d) Pretérito perfeito do indicativo. 

e) Pretérito perfeito do subjuntivo. 


domingo, 17 de outubro de 2021

Atividade Ensino Fundamental II. Memórias da Marquesa de Rabicó - Monteiro Lobato

Memórias da Marquesa de Rabicó 


1º.  Estavam os dois (Emília e o Visconde) fechados no quarto dos badulaques. Servia de mesa um caixãozinho, e de cadeira, um tijolo. Emília passeava de um lado para outro, de mãos às costas. Ia ditar. 

2º.   – Vamos! Disse ela depois de ver tudo pronto. Escreva bem no alto do papel: Memórias da Marquesa de Rabicó. Em letras bem graúdas. 

3º.  O Visconde escreveu: MEMÓRIAS DA MARQUESAS DE RABICÓ. 

4º.  –  Agora escreva: Capítulo Primeiro. 

5º.   O Visconde escreveu e ficou à espera do resto. 

6º.   Emília, de testinha franzida, não sabia como começar. 

7º.   Isso de começar não é fácil. Muito mais simples é acabar. Pinga-se um ponto final e pronto; ou então escreve-se um latinzinho: FINIS. Mas começar é terrível. Emília pensou, pensou, e por fim disse: 

8º.   – Bote um ponto de interrogação: ou, antes, bote vários pontos de interrogação. Bote seis... 

9º.   O Visconde abriu a boca. 

10º.  – Vamos, Visconde. Bote aí seis pontos de interrogação – insistiu a boneca. Não vê que estou _________, interrogando-me a mim mesma? 

11º.   E foi assim que as “Memórias da Marquesa de Rabicó” principiaram dum modo absolutamente imprevisto. 

                                                                   Capítulo Primeiro 

??????? 

12º.   Emília contou os pontos e achou sete. 

13º.   – Corte um – ordenou. 

14º.   O Visconde deu um suspiro e riscou o último ponto, deixando só os seis encomendados. 

15º.   – Bem – disse Emília. Agora ponha um... um... um... 

16º.   O Visconde escreveu três uns, assim: 1, 1, 1. 

17º.   Emília danou 

18º.   – Pedacinho de asno! Não mandei escrever nada. Eu ainda estava pensando. Eu ia dizer que escrevesse um ponto final depois dos seis pontos de interrogação. 

19º.   O Visconde começou a __________ e a abanar-se. Por fim disse: 

20º.   – Sabe que mais, Emília? O melhor é você ficar sozinha aqui até resolver definitivamente o que quer que eu escreva. Quando tiver assentado, então me chame. Do contrário a coisa não vai. 

21º.   – É que o começo é difícil, Visconde. Há tantos caminhos que não sei qual escolher. Posso começar de mil modos. Sua ideia qual é? 

22º.   – Minha ideia – disse o Visconde, é que comece como _______ todos os livros de memórias começam – contando quem está escrevendo, quando nasceu, em que cidade, etc. As aventuras de Robinson Crusoé, por exemplo, começam assim: “Nasci no ano de 1632, na cidade de Iorque, filho de gente arranjada, etc.” 

23º.   – Ótimo! Exclamou Emília. Serve. Escreva: Nasci no de ano ... (três estrelinhas), na cidade de (três estrelinhas), filha de gente desarranjada... 

(Monteiro Lobato)


1. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto: 

a) indeciza – asoprar – quase. 

b) indecisa – assoprar – quase. 

c) indeciza – assoprar – quaze. 

d) indessisa – açoprar – quaze. 


2. Assinale a alternativa em que a palavra está acentuada corretamente: 

a) gráudas. 

b) otímo. 

c) côntrario. 

d) último. 


3. O significado que tem a palavra destacada no texto (definitivamente) é: 

a) de uma vez por todas. 

b) completamente. 

c) impreterivelmente. 

d) somente. 


4. Assinale a alternativa em que a frase é nominal: 

a) O Visconde abriu a boca. 

b) Emília danou. 

c) Pedacinho de asno! 

d) Por fim disse. 


Analise as frases e enumere: 

1- para a frase interrogativa, 

2 - para declarativa negativa, 

3 - para exclamativa e 

4 - para a imperativa: 


(4) Bote vários pontos de interrogação. 

(2) Isso de começar não é fácil. 

(3) Pedacinho de asno! 

(1) Sabe que mais, Emília? 


5. Qual é a sequência correta de cima para baixo: 

a) 4 – 2 – 3 – 1. 

b) 2 – 3 – 1 – 4. 

c) 3 – 4 – 2 – 1. 

d) 1 – 3 – 4 – 2.


6. Assinale a alternativa em que os verbos retirados do texto estão no pretérito imperfeito do indicativo:

a) escreveu – disse. 

b) vamos – vê. 

c) sabe – vai. 

d) servia – passeava. 


7. Assinale a alternativa em que o verbo retirado do texto está no infinitivo: 

a) deixando. 

b) dizer. 

c) ponha. 

d) assentado. 


8. Assinale a alternativa em que a divisão silábica está correta: 

a) de-sa-rran-ja-do. 

b) a-bso-lu-ta-men-te. 

c) me-mó-ri-as. 

d) cai-xão-zi-nho. 


9. Emília pergunta ao Visconde qual era sua ideia para começar o livro. “Posso começar de mil modos. Sua ideia qual é?” Por esta cena percebemos que: 

a) Emília estava realmente confusa por haver vários modos de iniciar um livro. 

b) Emília não era inteligente e não sabia como começar. 

c) Emília era muito esperta e queria aproveitar os conhecimentos do Visconde. 

d) Emília queria inventar um modo de irritar o Visconde


Analise as afirmativas referentes ao texto: 

I - O Visconde estava perdendo a paciência com Emília. 

II - Emília é esperta e sabe sair de suas dificuldades. 

III - Emília deixa evidente que é autoritária, que exige obediência. 


10. Quais afirmativas estão corretas? 

a) I e II apenas. 

b) II e III apenas. 

c) I e III apenas. 

d) I, II e III.

Atividade Ensino Fundamental II. O Bosque Perdido - Adaptado de Érico Veríssimo

O Bosque Perdido

O bosque é lindo! 

Ali o ar é verde. O Sol pinta no chão moedinhas de ouro. 

Ali as sombras falam. As sombras dizem: 

 – Ó amigo, venha descansar um pouco. 

No Bosque Perdido mora um rio tão estreitinho_____ e que não chega a ser um rio. O filhote de rio passa a vida cantando uma canção tão bonita, que os jacarés choram de alegria... 

No Bosque Perdido moram muitos ________: grandes e pequenos; bonitos e feios; bons e maus. Lá mora o esquilo Listrado, o coelho Malhado, o lagarto Preguiçoso, o marandová Veludo, o vaga-lume _________, O rouxinol Cantador... 

O esquilo Listrado brinca o dia todo com o coelho Malhado. 

O lagarto Preguiçoso passa o dia inteiro deitado, meio dormindo, meio acordado, no mesmo lugar. Bem que ele gostaria de encontrar um lugar onde só batesse sol. Como não existe tal lugar, de dia ele toma sol, de noite, ele toma lua, e quando chove ele toma chuva. Enfim, o lagarto Preguiçoso não sai do lugar, faça sol, faça lua, ou faça chuva. 

(O urso com música na barriga)


1. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto: 

a) razo – bixos – Facero. 

b) raso – bichos – Faceiro. 

c) razo – bichos – Faceiro. 

d) raso – bixos – Facero. 


2. Assinale a alternativa em que é acentuada pela mesma razão que marandová: 

a) pássaro. 

b) amável. 

c) água. 

d) gambá. 


3. Assinale a alternativa em que o plural se faz da mesma forma que Jacarés: 

a) ar – ares. 

b) sol – sois. 

c) lagarto – lagartos. 

d) lugar – lugares. 


4. Para designar o sexo de certos animais usam-se as palavras macho ou fêmea. 

Assinale a alternativa em que o feminino não segue esta regra: 

a) jacaré fêmea. 

b) esquilo fêmea. 

c) rouxinol fêmea. 

d) coelho fêmea. 


5. Em “Lá mora o esquilo Listrado, o coelho Malhado, o lagarto Preguiçoso, o marandová Veludo, o vaga-lume Faceiro, o rouxinol Cantador...” as reticências usadas no texto indica: 

a) que há outros animais no bosque. 

b) um esclarecimento. 

c) que o personagem não sabe o nome de todos os animais do bosque. 

d) a continuação de um fato. 


6. Quanto ao número de sílabas as palavras rio, filhote e preguiçoso classificam-se em: 

a) monossílaba – dissílaba – polissílaba. 

b) dissílaba – trissílaba – polissílaba. 

c) monossílaba – dissílaba – trissílaba. 

d) dissílaba – dissílaba – polissílaba. 


7. “Existe” se escreve com “x”. Também se escreve com “x” a palavra: 

a) en___ente. 

b) co___ilo. 

c) ___ocante. 

d) en___erido. 


8. Assinale a alternativa em que a divisão silábica está incorreta: 

a) ma-ran-do-vá. 

b) ve-lu-do. 

c) ba-te-sse. 

d) pre-gui-ço-so.


9. Em relação ao texto assinale a alternativa incorreta: 

a) Os jacarés choram de alegria. 

b) Os bichos do Bosque Perdido são todos grandes, bonitos e bons. 

c) O esquilo Listrado brinca o dia todo com o coelho Malhado. 

d) O lagarto Preguiçoso toma sol, lua e chuva porque não sai do lugar. 


10. Após a leitura do texto sabe-se quem chama para descansar um pouco é:

a) As sombras. 

b) O sol. 

c) O rio. 

d) Os Bichos do bosque.

Texto para Interpretação: Flores na Varanda

 Flores na varanda Quem dobrasse à esquerda encontraria logo o portão. Abrindo-o, estaria no jardim – modesto jardim, onde outrora houvera u...