Chega de saudade
Vai, minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz-lhe, numa prece, que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade
A realidade é que sem ela não há paz
Não há beleza, é só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
(Tom Jobim)
1. A interpretação da letra da música aponta para a construção do sentido um eu-lírico que interage com a tristeza como mensageira de seu sentimento pela mulher amada, por meio de uma:
a) onomatopeia.
b) metonímia.
c) nominalização.
d) personificação.
2. Do ponto de vista gramatical, o trecho “Vai, minha tristeza” é composto, respectivamente, por um verbo:
a) no infinitivo pessoal e um aposto antecedido por um pronome demonstrativo.
b) no imperativo afirmativo e um vocativo antecedido por um pronome possessivo.
c) no futuro do subjuntivo e um adjetivo antecedido por um pronome demonstrativo.
c) no presente do indicativo e um substantivo antecedido por um pronome possessivo.
3. O trecho “Diz-lhe, numa prece, que ela regresse” é iniciado por uma colocação pronominal denominada de:
a) ênclise (obrigatória por se tratar de um texto poético).
b) próclise (modo indicado em frases imperativas).
c) ênclise (trata-se da forma básica da norma-padrão).
d) próclise (facultativa por anteceder uma pontuação).
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